O pensamento dele ataca a hierarquia, criando uma tensão entre "opressor" e "oprimido". O problema que eu vejo não é nem a pessoa ter consciência de classe, saber que é pobre ou rica, etc. A questão toda é O QUE SE FAZ DISSO? O que eu observo claramente quando estudo estas ciências sociais é um sentimento latente de inveja/ressentimento social. Ou seja, usam tal plêiade de sentimentos ruins para fomentarem mais tensões sociais, divisões sociais e não resolvem nada. Eu proponho algo que para mim faz muito mais sentido que é como posso eu ser um indivíduo independente financeiramente e emocionalmente. Será que precisarei sempre ver o Estado como uma espécie de "babá eletrônica" apta a resolver meus problemas, ainda que isso só exista na imaginação? Por isso que na nossa educação praticamente não se prestigia o esforço pessoal, o mérito individual, a vontade de vencer, a livre iniciativa e o empreendedorismo. Fazer sucesso no Brasil é quase um pecado. Ou o cara é taxado de bandido ou filhinho de papai, quando recebeu algo. Em resumo: O ETERNO ATRASO.
FONTE: Leandro Felipe Bueno Tierno II
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